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Práticas de Web 2.0 e Violência contra mulheres nas redes sociais: Dinâmicas, Riscos e Possibilidades de proteção Digital

Título:Práticas de web 2.0 contra mulheres nas redes sociais: dinâmicas, riscos e possibilidades de proteção Digital

Autora: Neyma Helena João Tsandzana

Nas redes sociais, agressões como discursos de ódio, ameaças, assédio sexual, vazamento de imagens íntimas, perseguição. Além disso, a cultura digital frequentemente naturaliza a violência simbólica, culpabiliza vítimas e dificulta denúncias, criando um ambiente de risco constante, sobretudo para mulheres negras, isto é um desafio muito grande para nossa sociedade, porque é aqui onde entra o preconceito e o bullying.

Os impactos vão além do ambiente online, afetando saúde mental, reputação, trabalho, relações sociais e até a integridade física, já que ataques virtuais podem evoluir para violência presencial. A ausência de moderação eficaz e a lentidão das plataformas em remover conteúdos abusivos agravam o problema, enquanto fatores como anonimato relativo e baixa responsabilização incentivam agressores.

Ao mesmo tempo, a Web 2.0 abre possibilidades importantes de proteção, resistência e mobilização. Ferramentas de denúncia, autenticação em duas etapas, controle de privacidade e monitoramento de menções ajudam na autoproteção digital. Redes de apoio, campanhas feministas, hashtags de denúncia e comunidades on-line fortalecem a visibilidade das violências e pressionam por mudanças institucionais e jurídicas.

 

Palavras Passes: Violência, Redes sociais, Mulheres, On-line.

One thought on “Práticas de Web 2.0 e Violência contra mulheres nas redes sociais: Dinâmicas, Riscos e Possibilidades de proteção Digital

  • angela2

    A violência nas redes sociais, como assédio, discurso de ódio e vazamento de imagens tem impactos graves na vida das vítimas principalmente para nós as Mulheres, afectando saúde, trabalho, segurança entre entre outros. Ao mesmo tempo, mostra que ferramentas digitais, campanhas e redes de apoio podem proteger e dar voz às vítimas. Há uma necessidade urgente de criar-se políticas públicas, educação digital e responsabilização das plataformas e dos autores da mesma para tornar a internet mais segura. Tema bastante interessante Neyma.

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